quarta-feira, 19 de junho de 2013

'Significativo', diz reitor sobre posição da Unicamp em ranking internacional.


O novo reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge (Foto: Antoninho Perri / Ascom Unicamp)Reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, comemorou 
o resultado (Foto: Antoninho Perri/Ascom Unicamp)

O reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), José Tadeu Jorge, comemorou o resultado do ranking internacional divulgado pela revista britânica Times High Education (THE), que colocou como a 28ª melhor do mundo com menos de 50 anos. Em relação a última lista que destaca cem instituições, a universidade avançou 16 posições. A Unicamp é a única listada no levantamento no Brasil e na América Latina. Jorge afirmou que a melhoria é resultado da autonomia em ensino, pesquisa e extensão. “Foi um salto significativo e mostra a somatória dos esforços, as relações com a sociedade e a formação de políticas públicas”, explica.

Segundo o reitor, ao olhar o ranking, há uma análise da qualidade e da quantidade de produção da universidade e entre os principais quesitos de análise da THE não há como destacar apenas um deles. A análise envolve dados sobre o ensino, a pesquisa, as citações em publicações, o financiamento do setor privado e as relações internacionais praticadas pela instituição.“A produção científica aumenta de uma maneira natural ao longo dos anos, é um empenho de todos os setores, como dos cursos de pós-graduação, da produção acadêmica do professor e na procura por cursos de graduação”, explica.
O reitor comentou também que além da produção científica e de inovação, que são fatores preponderantes da universidade neste e nos outros rankings, a pesquisa internacional também analisa outra missão da universidade, que é formar recursos humanos de alta qualificação, empregabilidade e o diálogo com propostas públicas e privadas. “As parcerias não se restringem a um setor, temos colaborações e interessados em pesquisas como a Petrobras, a Microsoft, empresas da área médica e de setores de interesse da cidade"
Postado por Marín

USP São Carlos é a 1ª a disponibilizar aulas gratuitas de física pela internet.


Os professores de física da USP de São Carlos (SP) foram os primeiros a gravar as aulas virtuais, já disponíveis no site da universidade, a primeira da américa latina a oferecer aulas pela internet. O modelo da ferramenta Massive Open Online Course (Mooc) segue exemplos oferecidos por instituições dos Estados Unidos, como as universidades Princeton, Stanford e Harvard, além do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês).
As aulas são gravadas em estúdio. Uma hora do curso leva, em média, três dias para ficar pronta. A vantagem é que o estudante pode assistir pela internet quando quiser. A qualificação completa tem duração de 15 a 20 horas e é gratuita. Por enquanto, estão disponíveis apenas cursos ligados à física, mas a ideia é ampliar a oferta para outras áreas.
Uma câmera no teto registra as anotações e exercícios passados pelo professor da USP de São Carlos (Foto: Felipe Lazarotto/EPTV)Câmera no teto registra os exercícios passados
pelo professor (Foto: Felipe Lazarotto/EPTV)
Uma câmera registra as anotações e exercícios passados pelo professor em uma lousa que fica deitada. A nova proposta da USP foi inspirada em cursos já oferecidos por grandes universidades em outros países, que utilizam a plataforma Mooc.

Adaptação
Por trás de uma aula, agora, existem muitos profissionais envolvidos. E o professor precisa se reinventar. O editor de vídeo Marcel Firmino disse que a princípio os docentes não ficam muito confortáveis.

“Geralmente eles ficam meio nervosos, apesar de terem vários anos de casa. Mas a partir do momento que eles se sentem seguros no que eles estão falando, conseguem se liberar e soltar totalmente a matéria”, garantiu.
Para os professores, falar em uma sala quase vazia, mas ao mesmo tempo para muitos alunos, é uma experiência diferente. “O que ajuda é a gente fazer uma apresentação, assistirmos e depois pedimos para alguém dar uma opinião sobre aquilo. Em função disso, decidimos se está bom ou não. Se não estiver precisa fazer de novo”, contou o professor da USP Luiz de Oliveira.
Gravadas em estúdio, uma hora de aula demora em média três dias para ficar pronta em São Carlos (Foto: Felipe Lazarotto/EPTV)Gravadas em estúdio, uma hora de aula demora 3
dias para ficar pronta (Foto: Felipe Lazarotto/EPTV)
Os cursos estão disponíveis para qualquer pessoa, basta ter vontade de aprender. Uma exigência cada vez maior do mercado de trabalho.

“Muitas atividades são interdisciplinares. Você tem médicos que precisam saber um pouco de física, biólogos que precisam saber um pouco de matemática. Então se cria nesses cursos massivos online, a possibilidade de uma formação multidisciplinar para as pessoas. Nos queremos que o ensino ganhe, o aluno ganhe e a nação ganhe”, afirmou Bagnato.
Potado por Martín

Universitários venezuelanos vão às ruas por melhorias na Educação.


Universitários fecham ruas de CAracas nesta quarta-feira (12) (Foto: Luis Camacho/ AFP)
Centenas de estudantes de universidades públicas foram às ruas em várias cidades venezuelanas nesta quarta-feira (12) para reivindicar melhorias orçamentárias para essas instituições, das quais muitas estão em greve por tempo indeterminado.
O presidente Nicolás Maduro classificou as passeatas de "sabotagem" às aulas.
O líder estudantil da Universidade Central da Venezuela (UCV), Juan Requesens, garantiu que os estudantes manterão seus protestos, se o ministro da Educação Superior, Pedro Calzadilla, não aumentar os salários dos funcionários do setor, assim como o orçamento para as universidades.
"Fomos ao ministério, à Assembleia Nacional, fizemos marchas. O que querem? (...) Bloqueamos a cidade", disse Requesens, na conversa com os jornalistas.
Maduro reagiu em pronunciamento no canal oficial, culpando a "direita universitária" de ter "tomado o caminho da sabotagem das aulas". O presidente garantiu que está em andamento uma negociação para atender às reivindicações dos funcionário do setor universitário.
"Há uma mesa de trabalho há três semanas, na qual conversamos sobre todos os temas", afirmou Maduro, que prometeu buscar 'os recursos para sustentar essas reivindicações'.
Estudantes da UCV e da Universidade Simón Bolívar (USB) participaram nesta quarta de assembleias populares e fecharam uma auto-estrada em Caracas. Os protestos incluem ainda greve de fome de 30 alunos e professores em diferentes cidades do país.
Na UCV, cinco estudantes e um professor universitário foram agredidos por um grupo de homens. Os agressores entraram armados nas instalações da universidade, denunciou o secretário-geral dessa instituição, Amalio Belmonte.
Segundo Requesens, os homens que participaram da agressão fazem parte de grupos ligados ao governo. O jovem garantiu que a ação não reduzirá os protestos. 'Se esse governo acredita que, com seus grupos armados, vai amedrontar os estudantes, eles estão enganados', frisou.
As manifestações também tomaram as universidades localizadas nas cidades de Maracaibo (oeste) e Puerto Ordaz (sul), de acordo com o canal de notícias Globovisión.
Nas últimas semanas, várias universidades públicas atenderam à convocação de greve feita pelos sindicatos dos professores e de funcionários universitários, que exigem aumento salarial de mais de 100%.
Um professor universitário na Venezuela ganha por mês entre 2.500 e 7.000 bolívares (entre US$ 396 e US$ 1.100, no câmbio oficial). O salário mínimo no país, em vigor desde 1º de maio, chega a 2.457,02 bolívares (cerca de US$ 390), apenas um pouco abaixo do piso no setor universitário.

Fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/06/universitarios-venezuelanos-vao-as-ruas-por-melhorias-na-educacao.html

Postado por Martín

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Brasil tem 4,2 mil escolas que nunca conseguiram atingir sua meta do Ideb

Índice avalia a qualidade do ensino no ensino fundamental e ensino médio.
Inep diz que dialoga com as redes para auxiliar escolas com problemas.

Carência de professores compromete ensino em escolas estaduais de AL (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
O Brasil tem 4.283 escolas públicas que desde 2007, primeiro ano em que foi possível avaliar a evolução do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), jamais conseguiram atingir suas metas individuais calculadas pelo governo federal.
Os cálculos do levantamento incluem apenas as escolas de ensino fundamental que tiveram o Ideb calculado nestes três anos. Segundo levantamento feito pelo G1 a partir dos dados do último Ideb divulgados pelo Ministério da Educação, 1.828 escolas não conseguiram atingir a meta dos primeiros anos do ensino fundamental, 2.232 escolas ficaram abaixo da projeção nas turmas dos anos finais do fundamental e 223 escolas tiveram índices abaixo do esperado em 2007, 2009 e 2011 tanto nos anos iniciais quanto nos anos finais do ensino fundamental.
O Ideb foi criado pelo governo federal para medir a qualidade das escolas e redes de ensino. Ele é calculado a cada dois anos desde 2005 com base no resultado da Prova Brasil e nas taxas de aprovação. Há indicadores calculados para cada escola, rede de ensino, município, estado e o país.
Todas as instituições públicas têm uma meta própria para alcançar a cada dois anos nos últimos anos do ensino fundamental I e fundamental II. A nota vai de zero a 10. A expectativa do governo federal é que, em 2021, os anos iniciais do fundamental brasileiro alcancem o Ideb 6,0. Para os anos finais, a meta é 5,5 pontos.
As 4.238 escolas representam 13,8% do total de 31.042 instituições que se encaixam nesta categoria. De acordo com o MEC, entre todas as instituições, 7.126 têm turmas tanto do ensino fundamental I quanto do ensino fundamental II, 15.392 só oferecem aulas dos anos iniciais do fundamental, e 8.524 instituições são apenas para turmas a partir dos anos finais do fundamental.
Mesmo sendo minoria, boa parte dos colégios abaixo da meta ainda não dá sinais de que possa alcançar a meta, que sobe a cada Ideb: 1.221 delas viram o Ideb 2011 cair em relação ao de 2009, o que indica um afastamento ainda maior da projeção feita pelo governo. Nesse grupo, 28 escolas estão nesta situação em ambos os ciclos do fundamental.
Atualmente, 2.475 colégios estão mais de 0,5 ponto abaixo do que o esperado para 2011.
Postado por: Daniela 

Governo anuncia a criação de quatro novas universidades federais

Serão abertos ainda 47 campi e 120 unidades de institutos de educação.
Novas universidades serão instaladas no Pará, Bahia e Ceará.

O governo federal anunciou nesta terça-feira (16) a criação até 2012 de quatro novas universidades federais, no Pará, na Bahia e no Ceará. Além disso, serão abertos 47 novos campi universitários e 120 unidades dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia distribuídos por todo o país. O anúncio foi feito em cerimônia em Brasília com a presença da presidente Dilma Rousseff e do ministro da Educação, Fernando Haddad.

Presidente Dilma Rousseff  durante cerimônia de anúncio da expansão da Rede Federal de Educação Superior (Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência)

De acordo com o Ministério da Educação, a Universidade Federal Sul e Sudeste do Pará terá sede na cidade de Marabá, onde atualmente funciona o campus Marabá da Universidade Federal do Pará. A Universidade Federal da Região do Cariri, no Ceará, terá sede em Juazeiro do Norte. Já a Bahia ganhará duas instituições de ensino superior: a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufoba), com sede em Barreiras, e a Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba), em Itabuna.
No total, as quatro novas universidades terão 17 campi, dos quais 12 serão criados. Os outros cinco serão transferidos de outras universidades já existentes. Ainda segundo o MEC, outras 12 universidades federais de 11 estados ganharão 15 novos campi.
Ainda nesta terça, prefeitos de 120 municípios assinaram compromisso com o governo federal de oferecer terrenos para a instalação de unidades de educação profissional em suas cidades.
As novas escolas devem ficar prontas entre 2013 e 2014. A essas 120 unidades de educação profissional se somam 88 que estão em construção com término previsto para o final de 2012. Segundo o MEC, ao final de 2014, o país terá 208 novas unidades de educação profissional.
De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, o objetivo do projeto é promover a interiorização da educação superior e profissional no país.
Haddad explicou ainda que a expansão de universidades e escolas para as regiões mais pobres do país ajudará no projeto do governo de erradicação da miséria. “Vamos somar esforços com a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello”, disse.
O ministro afirmou que a demanda por instituições de ensino em cidades médias, como mais de 55 mil habitantes, tem crescido e deve reduzir o “inchaço” nos grandes centros urbanos.
Postado por: Daniela

OAB divulga locais de prova para a segunda fase do Exame de Ordem

Prova será neste domingo (16), das 13h às 18h.
A aprovação é obrigatória para o bacharel poder exercer a advocacia. 

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nesta segunda-feira (10) os locais de  prova da segunda fase do X Exame de Ordem Unificado, que será realizado neste domingo (16), das 13h às 18h.
Dos 124.887 candidatos, 67.441 foram aprovados na primeira etapa, realizada em abril, perfazendo 54% de aprovação para a segunda fase (prova prático-profissional). Na edição anterior, apenas 16,7% dos candidatos haviam passado para a segunda fase.
Nesta segunda e última etapa do X Exame, conforme prevê o edital inicial, os candidatos terão que redigir uma peça profissional valendo cinco pontos e responder a quatro questões (valendo 1,25 pontos cada) sob a forma de situações-problema, nas seguintes áreas de opção do examinando: Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Constitucional, Direito Empresarial, Direito Penal, Direito do Trabalho ou Direito Tributário e seu correspondente direito processual.
O resultado preliminar dos aprovados sairá no dia 9 de julho. O resultado final, após análise de recursos, será divulgado no dia 26 de julho.
A aprovação é obrigatória para o bacharel poder exercer a advocacia.
Postado por: Daniela

Alunos de colégio de SP fazem 'saiaço' em protesto contra a direção

Estudantes do Colégio Bandeirantes reclamam de suspensão de colega.
Diretor diz que não exige uniforme mas aluno deve seguir código informal.

Estudantes do ensino médio do Colégio Bandeirantes, de São Paulo, foram para aula nesta segunda-feira (10) vestindo saia, inclusive os meninos, em protesto contra um incidente envolvendo dois alunos que usaram saia na semana passada. Na última sexta-feira (7), um dos jovens foi retirado da aula por estar de saia. A mobilização foi feita nas redes sociais e envolveu até ex-alunos de um dos mais tradicionais colégios de São Paulo. A direção do colégio permitiu que os estudantes assistissem às aulas de saia e disse que apesar de o Bandeirantes nunca em sua história ter uniforme escolar, os alunos devem seguir um código 'informal' de vestimentas.

Dezenas de meninos foram para a escola de saia comprida. Um deles até usou 'kilt', a saia escocesa. As meninas também foram de saia longa e algumas de gravata.
O caso começou na quinta-feira (5), quando um aluno do segundo ano colocou saia e top para brincar a festa junina e foi contestado pelo professor quando entrou para assistir a aula daquela maneira. No dia seguinte, o estudante Pedro Brener, de 17 anos, do terceiro ano, foi à escola usando saia. Encaminhado à coordenação pedagógica, a escola afirmou que se um professor se sentisse desconfortável poderia o tirar da aula. O jovem foi então suspenso e, segundo a escola, os pais foram chamados para buscá-lo.
Colégio Bandeirantes, saia (Foto: Paulo Guilherme/G1)
Postado por: Daniela